Invadiram fazenda e abateram boi de 200 mil reais, já negociado. (Operação foi na região de M. Claros, nesta sexta-feira, e reuniu PM e Polícia Civil. 3 dos 5 investigados foram presos)
Sexta 06/03/26 - 10h4910h48m, sexta-feira, da Polícia Civil:
(...)
O trabalho investigativo voltado ao combate a crimes patrimoniais no meio rural resultou, nesta sexta-feira (6/3), no cumprimento de três mandados de prisão durante a operação Carne Fria, deflagrada no município de Itacarambi, no Norte do estado.
A ação foi conduzida pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em atuação conjunta com a Polícia Militar (PMMG).
A operação tem como foco avançar nas investigações relacionadas ao furto e abate clandestino de um bovino de alto valor genético ocorrido em dezembro do ano passado, em uma fazenda localizada às margens da BR-135.
Crime
Conforme apurado, os suspeitos invadiram as pastagens da propriedade rural e abateram um boi da raça P.O. (Puro de Origem), animal de linhagem selecionada e que já possuía venda previamente negociada pelo valor aproximado de R$ 200 mil.
Após o abate, o animal teria sido esquartejado no próprio local, sendo parte da carne levada pelos investigados. Funcionários da fazenda localizaram, no dia seguinte ao crime, os restos do animal na área da propriedade.
Investigação
As investigações indicaram que os suspeitos teriam se reunido previamente para cometer o crime, utilizando ferramentas emprestadas de moradores da região. Levantamentos policiais também apontaram que alguns dos investigados estariam escondidos em uma área de mata próxima ao local do fato e que parte da carne teria sido transportada para uma localidade conhecida como Ilha do Retiro.
Durante a apuração, testemunhas relataram ainda episódios de ameaças atribuídas aos investigados, circunstância que reforçou a necessidade das medidas cautelares solicitadas pela Polícia Civil ao Poder Judiciário.
Além do furto do animal, os suspeitos também são investigados por envolvimento em organização criminosa, extorsão e tráfico de drogas, diante de indícios de atuação do grupo em outras práticas ilícitas na região.
Dos cinco investigados identificados no curso da apuração, três foram presos durante o cumprimento das ordens judiciais nesta sexta-feira.
Outros dois suspeitos não foram localizados no momento da operação.
Segundo a delegada responsável pelas investigações, Natália Moura, as forças de segurança seguem em ações para localizar os foragidos.
“A operação representa um avanço importante nas investigações.
Conseguimos cumprir parte das medidas cautelares e reunir novos elementos de prova.
Dois investigados não foram localizados durante a ação, mas os levantamentos continuam para dar cumprimento às prisões e responsabilizar todos os envolvidos”, destacou.
Os dois investigados que ainda não foram localizados também respondem pelos crimes apurados no inquérito, incluindo organização criminosa, extorsão, tráfico de drogas e furto qualificado.
As investigações prosseguem para a localização dos suspeitos e para a continuidade dos levantamentos sobre a atuação do grupo na região.
***
11h56m, sexta-feira, do jornal O Tempo, de BH:
Operação Carne Fria mira grupo investigado por furto de gado e tráfico
As investigações indicaram que os suspeitos teriam se reunido previamente para cometer o crime, utilizando ferramentas emprestadas de moradores da região.
Levantamentos policiais também apontaram que alguns dos investigados estariam escondidos em uma área de mata próxima ao local do fato e que parte da carne teria sido transportada para uma localidade conhecida como Ilha do Retiro
O trabalho investigativo voltado ao combate a crimes patrimoniais no meio rural resultou, nesta sexta-feira (6/3), no cumprimento de três mandados de prisão durante a operação Carne Fria, deflagrada no município de Itacarambi, no Norte do estado.
A ação foi conduzida pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em atuação conjunta com a Polícia Militar (PMMG).
A operação tem como foco avançar nas investigações relacionadas ao furto e abate clandestino de um bovino de alto valor genético ocorrido em dezembro do ano passado, em uma fazenda localizada às margens da BR-135. Crime Conforme apurado, os suspeitos invadiram as pastagens da propriedade rural e abateram um boi da raça P.O. (Puro de Origem), animal de linhagem selecionada e que já possuía venda previamente negociada pelo valor aproximado de R$ 200 mil.
Após o abate, o animal teria sido esquartejado no próprio local, sendo parte da carne levada pelos investigados. Funcionários da fazenda localizaram, no dia seguinte ao crime, os restos do animal na área da propriedade.
Investigação As investigações indicaram que os suspeitos teriam se reunido previamente para cometer o crime, utilizando ferramentas emprestadas de moradores da região.
Levantamentos policiais também apontaram que alguns dos investigados estariam escondidos em uma área de mata próxima ao local do fato e que parte da carne teria sido transportada para uma localidade conhecida como Ilha do Retiro.
Durante a apuração, testemunhas relataram ainda episódios de ameaças atribuídas aos investigados, circunstância que reforçou a necessidade das medidas cautelares solicitadas pela Polícia Civil ao Poder Judiciário.
Além do furto do animal, os suspeitos também são investigados por envolvimento em organização criminosa, extorsão e tráfico de drogas, diante de indícios de atuação do grupo em outras práticas ilícitas na região.
Dos cinco investigados identificados no curso da apuração, três foram presos durante o cumprimento das ordens judiciais nesta sexta-feira.
Outros dois suspeitos não foram localizados no momento da operação.
Segundo a delegada responsável pelas investigações, Natália Moura, as forças de segurança seguem em ações para localizar os foragidos.
“A operação representa um avanço importante nas investigações.
Conseguimos cumprir parte das medidas cautelares e reunir novos elementos de prova.
Dois investigados não foram localizados durante a ação, mas os levantamentos continuam para dar cumprimento às prisões e responsabilizar todos os envolvidos”, destacou.
Os dois investigados que ainda não foram localizados também respondem pelos crimes apurados no inquérito, incluindo organização criminosa, extorsão, tráfico de drogas e furto qualificado.
As investigações prosseguem para a localização dos suspeitos e para a continuidade dos levantamentos sobre a atuação do grupo na região.


