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montesclaros.com - Ano 26 - quinta-feira, 21 de maio de 2026

Polícia Civil de Minas divulga "ocorrência envolvendo quatro crianças (incluindo a vítima), sendo três meninas e um menino, com idades entre 8 e 9 anos". Foi "na área rural". (Jornais de BH acompanham)

Quinta 21/05/26 - 14h15

14h14m, quinta-feira, da Policia Civil:



Investigação aponta ato infracional análogo a estupro contra criança em Januária



A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o procedimento instaurado para apurar uma ocorrência envolvendo quatro crianças (incluindo a vítima), sendo três meninas e um menino, com idades entre 8 e 9 anos.

Todos eles são estudantes de uma escola municipal localizada na área rural de Januária, região Norte do estado.

Os envolvidos, motivados por desentendimentos anteriores, teriam abordado a vítima, uma menina de 9 anos, após o término da aula, conduzindo-a para local ermo, onde ocorreu o abuso.

De acordo com a delegada que coordenou as investigações, Natália Moura, as provas reunidas apresentaram elementos suficientes de materialidade e autoria dos fatos apurados, indicando a prática de ato infracional análogo ao crime de estupro de vulnerável, em concurso de pessoas.

Denúncia

O caso, ocorrido no dia 28 de outubro de 2025, foi comunicado à PCMG por meio de ofício encaminhado pela direção da escola onde estudam as crianças, que tomou conhecimento da situação no dia seguinte, ao ser procurada pelos responsáveis legais dos estudantes.
Além da Polícia Civil, a direção da escola informou a situação ao Conselho Tutelar, à Secretaria Municipal de Educação e ao Ministério Público.

Abuso

Conforme apurado, os estudantes teriam combinado previamente um encontro com a vítima. A criança foi conduzida até um local situado nas proximidades da escola e, ao perceber o risco, tentou retornar à unidade de ensino, sendo impedida por duas colegas.

Ainda de acordo com os relatos, no local combinado, a estudante foi constrangida pelos demais envolvidos a participar de uma situação de natureza inadequada, sem consentimento. Os fatos teriam sido interrompidos após o familiar de uma das crianças perceber a movimentação suspeita e se dirigir ao local, ocasião em que os envolvidos dispersaram.

A delegada ressaltou que, com a conclusão das investigações, o procedimento foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para análise e adoção das medidas protetivas e socioassistenciais consideradas pertinentes.




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15h33m, quinta-feira, do jornal Estado de Minas, de BH:

Polícia investiga caso de violência sexual contra criança no Norte de Minas

Investigação policial em Januária aponta ato infracional análogo a estupro contra criança
Sofia Maia

Um crime de estupro de vulnerável teria sido praticado contra uma menina de nove anos no município de Januária, na Região Norte de Minas. O procedimento investigativo instaurado e confirmado pela Polícia Civil (PCMG) foi conduzido por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), e mobilizou equipes policiais na coleta de depoimentos, realização de exames periciais e compilação de elementos informativos necessários para o completo esclarecimento dos fatos e a responsabilização legal dos envolvidos.

De acordo com a corporação, três colegas da vítima, entre eles um menino e duas meninas - todos estudantes de uma escola municipal da área rural de Januária e com idades entre oito e nove anos -, teriam, motivados por desentendimentos anteriores, abordado a menina e a acompanhando até um local vazio, onde ocorreu o abuso.

Antes da violação, ela tentou fugir, mas foi impedida pelas duas colegas. Segundo relatos, a menina teria sido coagida a participar, sem consentimento, de um cenário de natureza inadequada. O momento só foi interrompido quando um parente de uma das crianças chegou até o local.

Diante da gravidade do caso e em cumprimento às diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), todos os atos do inquérito policial e das apurações correm sob sigilo absoluto. Segundo a PCMG, a medida visa resguardar a intimidade e integridade psicológica da vítima.

O procedimento policial finalizado será remetido ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para que sejam aplicadas as medidas socioeducativas ou protetivas cabíveis ao caso, conforme preconiza a legislação penal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em vigor.

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